Revista ISTOÉ traz matéria sobre Itapoá - Um Brasil que não para Imprimir E-mail
Economia
Ter, 12 de Abril de 2011 20:02

Patrício Junio (Diretor Comercial) e Marcio Guioto (Diretor de Operações) do Porto ItapoáA matéria intitulada "Um Brasil que não para", da edição nº 2161, de 8 de abril de 2011 da revista IstoÉ, traz Itapoá como um pujante e seguro progresso economico, num Brasil que não para. Crescimento populacional e grandes obras de infraestrutura como o Porto Itapoá são os destaques da matéria.


Clique aqui para acessar a matéria completa.


Itapoá - Um mar de oportunidades
Até cinco anos atrás, o balneário de Itapoá, em Santa Catarina, era um lugar pacato que mal tinha hotéis para receber os poucos turistas que visitavam a cidade. Hoje, é um dos municípios mais pujantes do sul do País. Graças ao investimento de R$ 500 milhões para a construção de um porto, Itapoá mais do que dobrou o número de habitantes e viu as oportunidades de negócios dispararem.

O empresário Roberto Nóbrega (à esq., de azul) anteviu a expansão e ergueu um simpático hotel-butique que é administrado pela mulher e pelos filhos. “Nosso índice de ocupação tem sido alto, graças aos executivos do porto.” São profissionais como os cariocas Patrício Júnior, diretor do projeto, e Márcio Guioto, diretor de operações (à dir., na escada), que trazem suas famílias e estimulam o aparecimento de uma cadeia de serviços destinada a atender os profissionais recém-chegados. “Daqui a pouco tempo, Itapoá vai ser uma baita cidade para se viver”, diz Júnior.


A forma mais veloz de um pequeno município se desenvolver é abrigar grandes obras de infraestrutura. Até cinco anos atrás, a minúscula Itapoá, no litoral de Santa Catarina, era um balneário com 27 quilômetros de praias que recebia turistas apenas nos feriados e nem sequer contava com hotéis e restaurantes decentes. A paralisia foi interrompida quando um grupo de empresários escolheu as águas profundas e calmas da região para a construção de um porto. O projeto, orçado em R$ 475 milhões e que pertence aos grupos Aliança, Hamburg Sud e Portinvest, foi concluído há alguns dias e provocou uma revolução na cidade. Seus oito mil habitantes se tornaram 18 mil e é difícil encontrar uma rua em que não há uma obra em andamento. “Apenas o porto gerou num primeiro momento 500 empregos diretos, mas a cadeia industrial e de serviços pode resultar no surgimento de mais de cinco mil postos de trabalho”, diz Patrício Júnior, diretor comercial do Porto de Itapoá. Ele e o diretor de operações Márcio Guiot trocaram o Rio de Janeiro para trabalhar na, até agora, pacata Itapoá. “Vou trazer minha família e vários outros executivos farão o mesmo”, diz Júnior. “Significa que a cidade vai precisar de opções de lazer, de bons restaurantes e serviços comuns em municípios maiores, como escolas de inglês para nossos filhos. Daí você imagina o que vai virar Itapoá daqui a alguns anos.”


Fonte: Revista IstoÉ

 

Adicionar comentário

Política de Comentários DI

Ao efetivar um comentário, o internauta concorda com a nossa política de moderação.


Código de segurança
Atualizar